Nesta sexta (6), o senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI do INSS, anunciou que pedirá a presença do ministro Flávio Dino no colegiado. O objetivo é que o magistrado do Supremo Tribunal Federal (STF) esclareça a derrubada da quebra de sigilos fiscal e bancário, aprovada pela CPMI.
Fonte TV Senado
A reunião da CPMI do INSS desta quinta (5) foi cancelada porque o relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), está doente. O senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI, falou sobre o cronograma dos trabalhos da comissão.
Os depoimentos desta quinta foram transferidos para segunda (9). Há também depoimentos de banqueiros previstos. E a CPMI deve votar, na próxima quinta-feira (12), requerimentos de convocação e de quebra de sigilos, entre eles, do empresário Fabiano Zettel.
Da redação
O Plenário da Câmara aprovou nesta quarta-feira (04) a PEC da Segurança Pública. A proposta prevê alterações na Constituição Federal para criar mecanismos mais eficientes no combate à violência e ao crime organizado.
O projeto foi elaborado pelo governo e o texto aprimorado pela Câmara dos Deputados. Entre os pontos de debate entre os parlamentares, as atribuições da União, estados e municípios na condução da Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social.
Fonte e imagens:TV Câmara
O relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar, afirmou que empresas ligadas a Ingrid Morais receberam mais de R$ 156 milhões desviados de aposentados e pensionistas.
Em depoimento, ela negou participação nas fraudes e disse que a gestão era do marido. A empresária foi apontada como destinatária de recursos da Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e compareceu amparada por decisão do Supremo Tribunal Federal.
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A violência contra a mulher permanece como um desafio para o país. Os números de casos só aumentam, e os especialisatas em Segurança Pública avaliam que o feminicídio é uma epidemia ignorada. Os dados mais recentes mostram que a cada dia 4 mulheres são mortas no Brasil. O número de feminicídio no Brasil bateu recorde em 2025, com 1.470 casos registrados de janeiro a dezembro, superando a marca anterior de 2024, com 1.464 casos, sendo o maior número de casos desde a tipificação do crime em 2015.
A violência contra a mulher tem endereço fixo:
Para tentar mudar esse cenário, o governo lançou na última quarta-feira o Pacto Nacional Contra o Feminicídio que une os Três Poderes para agir na prevenção e proteção de mulheres. A ideia é fazer com que medidas protetivas sejam mais rápitas e eficazes, e que os órgãos do Estado trabalhem e agressores sejam detidos e responsabilizados com mais rapidez. O Congresso tem atuado fortemente nesta causa. Criou a Lei Maria da Penha, que completa 20 anos. Em 2015, apresentou o projeto que tipificou o feminicídio como crime punido com penas mais duras. Além disso, o Senado criou lei que prevê cotas em licitações públicas para mulheres vítimas de violência, e que hoje está incorporada à nova lei de licitações.
Para a senadora Margareth Buzetti (PL-MT), o pacto é bom mas não é suficiente, para ela seria preciso que houvesse investimento em educação: "Eu penso que deveria constar na grade curricular do ensino, falar sobre a violência, para que o menino ou a menina não normalizem que ele vê a mãe sofrendo em casa", disse. Assista a reportagem da TV Senado:
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